• Socioambiental - Museu da cana de Sertãozinho

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História

Na única usina de açúcar do século 19 ainda preservada no mundo nasce aquele que será o Museu Nacional da Cana-de-Açúcar.

Localizado em uma área de 13 hectares, o Museu está erguido em um dos pontos históricos mais importantes da cultura canavieira brasileira, Sertãozinho (SP).

O Engenho Central foi o precursor da transformação da cana no Estado de São Paulo. Sob o controle da família Schimidt, o Engenho Central funcionou até 1964 quando foi adquirido pela família Biagi.

O projeto cultural foi aprovado mediante a Lei Rouanet – artigo 18 da Lei 8.313/91 e devidamente divulgado no DOU Nº 244, quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Visão

O Museu Nacional da Cana será um espaço que conta a história da cana no Brasil até os dias de hoje, suas diversas fases, os meios de produção, o impacto que o cultivo da cana gerou na vida das pessoas, na economia, na indústria, em outros setores, enfim, na sociedade como um todo.
Embora o Museu em si tenha um significado muito importante, a idéia é que o local além de contar a história e lembrar o passado possa nos arremeter ao futuro, com a implantação de escolas técnicas ligadas ao setor canavieiro, de laboratórios de pesquisas e desenvolvimento e de faculdades.
Este lugar se transformará em um Centro de Educação e Cultura onde as pessoas possam estudar e preparar cidadãos capazes de criar um futuro.

Diferenciais

O Engenho Central preserva um acervo de equipamentos, em sua maioria, orinários de países europeus como França, Escócia e Alemanha, fabricados nos anos de 1876, 1885 e 1886.